
Você está pensando em decorar a casa ou o escritório de um jeito descolado? Que tal uma arte em formato de impresso lambe-lambe? Fácil de imprimir, e colar, essa nova tendência em decoração tem ganhado cada vez mais espaço e visibilidade, e vamos dar uma pincelada em como produzir e colar o seu próprio lambe-lambe sem dificuldades!


Começando pela arte – desenvolva uma arte que combine com a sua personalidade e gosto, seja ilustrações autorais, frases ou até mesmo inspirada em cartazes de filmes que você aprecia. Outra coisa a definir é se será uma arte única ou você pretende intercalar com mais artes, criando assim um mosaico. Não esqueça de medir a parede que pretende aplicar para saber a quantidade que irá imprimir para que atinja o efeito desejado depois de aplicado.
Arte ok, material impresso, então é hora de colar o seu lambe-lambe. E se você está na vibe do DIY total, temos até uma receita para produzir sua própria cola em casa. Uma não, duas!
Lembrando que a cola pode ser passada tanto na parte de trás, quanto na parte da frente o lambe-lambe, principalmente nas laterais, topo e parte de baixo, firmando ele bem na parede.

Receitas de cola caseira!

Vamos à primeira:
– Ingredientes
- 7 colheres (sopa) de farinha de trigo (ou de polvilho)
- 1 colher (sopa) de vinagre (ou detergente)
- 1 litro de água
– Modo de preparo
Ferva 3/4 da água em uma panela grande.
Misture separadamente em uma tigela 1/4 da água com 7 colheres de farinha (ou polvilho) até dissolver totalmente.
Ao ferver a água, jogue a mistura com farinha (ou polvilho) e mexa por 5 minutos até engrossar.
Coloque o vinagre (ou detergente) e mexa por mais 2 minutos – resfrie antes da aplicação.
– Última etapa:
conservando (se você tiver planos para lambe-lambes)
A cola pode ser armazenada na geladeira. Na receita, o vinagre ou o detergente são usados para evitar que a solução possa atrair insetos.
Na segunda receita (talvez mais fácil)
você irá usar cola branca:
– Ingredientes:
- Cola Branca PVA
- Água
– Modo de preparo:
Misture 1/3 de cola branca para cada 2/3 de água, na quantidade em que for produzir a cola.
Deixe que fique com coloração semelhante à de leite de côco, com consistência equilibrada, não muito aguada, mas também não muito concentrada.
E voilá, é só aplicar a cola!
Viu? Não é difícil deixar a sua casa ainda mais descolada com cartazes lindos e que combinem com a sua decoração – você só precisa de criatividade, papel e cola!
Texto por André Schelgshorn
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O seu cliente se decidiu: é hora de ter um cartão de visitas para os negócios, ou para ele(a), como profissional. Já falamos em outra postagem sobre dicas sobre como montar o design geral de um cartão, mas há um item importante que merece mais do que uma simples menção – afinal, é o principal transmissor das informações na peça: a tipografia, ou fonte.
A fonte da criatividade
Existem diferentes famílias de fontes, todas com algum propósito e servindo-o de formas igualmente diferentes.
A primeira distinção são as serifadas. Sabe a clássica fonte Times New Roman? Repare que no topo de alguns (caso mais comum como em um N ou M maiúsculos), e na base de todos os caracteres, é feito um contato com uma guia invisível, que se observarmos mais de longe, podemos ver claramente formando-se uma linha, de fato. Um guia que mantém o fluxo de leitura mais concentrado, e facilita para que não fique cansativo de se ler, ou não haja muito esforço para seguir esse fluxo.

No contraponto das fontes serifadas, temos as não serifadas – como é o caso da que usamos bastante aqui no site. Essas fontes são, como o nome sugere, livres da serifa, tendo um visual mais moderno, aparência mais agradável e podem ser usadas para dar um toque de mais contemporaneidade à peça (no caso, um cartão de visitas), porém, em casos, em custo de refinamento.
Outra categoria de tipografia, são as famílias script, ou conhecidas como handwriting. Seu visual se assemelha ao da escrita manual por meio de letras cursivas, ou seja, que unem-se umas às outras, dando uma fluidez à leitura e passando uma característica de elegância, mas ao mesmo tempo conforto e afeto.

Por último, vamos falar um pouco das tipografias modernas. Essas partem, em um conceito básico, de um preceito sem serifas, e tendem a ter um visual incomum, futurista, ou até mesmo personalizado de acordo com a identidade visual da marca.

Que estilo de fonte usar?
Para decidir qual fonte usar em um cartão, deve-se primeiro levar em conta a identidade visual (algumas marcas têm um guia de identidade visual que dita isso direitinho) da marca – há fontes no logo, se tornando um logotipo? Se sim, opa, há um norte para a definição de fonte! Se não, o processo começa do zero.
Seu cliente quer que este cartão passe um tom de tradicionalidade ou sofisticação em sua fonte, ou algo moderno, despojado, mas podendo ser igualmente refinado? Se sua resposta vai de encontro com a primeira pergunta, talvez uma fonte serifada ou script cumpra o papel que você busca. Se for a segunda, uma fonte não-serifada ou moderna é a resposta.
Fontes pagas X Fontes gratuitas
Dentre as diversas opções de tipografia disponíveis, principalmente para uso digital, precisamos falar também sobre o fato de existirem fontes pagas, ou seja, conjuntos de caracteres estilizados por um profissional que tem, como um meio de remuneração, o desenvolvimento e suporte à esta fonte, por exemplo.
Ao mesmo tempo, existem também tipografias cujo uso é gratuito (algumas para fins acadêmicos, outras para todas as finalidades), e podem ser encontradas em plataformas como o Google Fonts, que permite o download dessas famílias de tipos, mas não sem dar os devidos créditos ao autor responsável por sua criação. Mesmo sendo gratuitas, é legal contribuir de alguma forma para os criadores dessas tipografias, como uma forma de reconhecimento.
Há alguns outros sites inspiradores (além dos voltados especificamente para design em geral), e nos quais você pode encontrar fontes para o seu projeto, como o Typespiration, Fontpair, Adobe Fonts, Linotype, entre tantas opções disponíveis.
As duas últimas são opções pagas, por exemplo.

Bom, definida a fonte, é hora de falar sobre legibilidade.
A legibilidade do texto impresso vai depender de diversos fatores, como os elementos gráficos usados, as cores empregadas no projeto, e principalmente, o tamanho da fonte. Existe uma linha tênue entre letrinhas pequenas e difíceis de serem lidas, e letras no estilo “para cego ver”, exageradamente grandes. Existe um certo consenso de se usar algo em torno de 8 a 12 pt, para o tamanho da fonte usada, ao menos na maioria dos casos. Dentro desse espectro de tamanhos, todos podem ser utilizados.
Outro fator importante, seria destacar, por exemplo, o nome da pessoa em tamanho 12 pt, com o cargo ou profissão abaixo em tamanho 8 pt. Isso é chamado de hierarquia das informações – você estaria dando mais destaque ao nome, neste caso, portanto seria a informação automaticamente interpretada como mais importante, e a primeira na ordem de leitura.
Ainda falando de tamanhos, se o contraste contra o fundo for bem empregado, como o exemplo de um fundo claro, e contando com a boa legibilidade da família tipográfica, é possível usar tamanhos menores, até 6 ou 7 pt.

Além de tudo isso, você pode ousar e testar combinar diferentes fontes, usando um tipo para as informações mais relevantes e que serão destacadas, e talvez outro tipo para as informações secundárias, gerando contraste e variação no cartão, o segredo é testar.
Se você for o(a) responsável por montar o layout e arte desse cartão, fica tudo mais fácil. Se, no caso, houver um(a) designer ou agência criando este projeto para você, deixe claras as informações sobre a marca, sua identidade visual, e talvez dê uma sugestão sobre o que o cliente preferir (embora, caso não funcione bem, poderá ser apresentada uma versão alternativa pelo profissional a cargo dessa peça que no fim pode ser uma boa solução).
Leu até aqui e curtiu? Compartilhe o conteúdo com quem possa usar para saber um pouco mais sobre o vasto universo das tipografias disponíveis hoje em dia!
Texto por André Schelgshorn
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Adesivo comum ou corte especial?
Os adesivos possuem a versatilidade de poderem ser utilizados para diferentes aplicações, e são especialmente úteis para negócios que estão começando agora, ou quando se busca economizar com embalagens impressas para o envio de produtos – afinal, é mais fácil e mais em conta aplicar um adesivo sobre a embalagem do que personalizá-la.
Prontos para qualquer necessidade
O mais legal dos adesivos, é que não apenas eles obviamente aderem à qualquer superfície, mas se adaptam à elas. Sendo mais claros, os adesivos podem ser personalizados além do criativo, tendo seu corte igualmente customizável para combinar com marca, produto, o que for, e colados em diferentes tipos de aplicação.



A vantagem de um adesivo comum vai ser seu custo para produção: por seguir um padrão de corte, só resta a impressão no mesmo. O corte, sendo um processo a mais a ser executado em todas as peças, acaba elevando um pouquinho o valor unitário, mas por vezes produzindo resultados estéticamente superiores. Além do fator visual, caso a embalagem ou produto onde seu cliente queira aplicar o adesivo tenha uma forma em especial, é possível adaptar o corte do adesivo para que haja um encaixe perfeito e harmônico com o formato nesta embalagem.
Equilibrando os planejamentos
O ideal é que você e seu cliente conversem sobre as ideias, diferentes formas de aplicação e possibilidades na produção de adesivos para os fins dele, para que seja feita uma escolha acertada, compatível com a identidade visual da marca e que vá bem com o produto em questão. Assim, poderão chegar em uma solução perfeita e o resto pode deixar com a gente! ; D
Consulte nossos tutoriais na hora de criar e finalizar a sua arte indicando como será o corte especial dos seus adesivos.
Texto por André Schelgshorn
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